Foco da decisão
Clarificamos o problema, os públicos e a utilização prevista dos resultados.
Como trabalhamos
Cada estudo começa pela decisão a apoiar. Explicamos as escolhas metodológicas, acompanhamos a recolha e documentamos o alcance dos resultados.
Falar sobre este desafio01 / Do objetivo à apresentação
Clarificamos o problema, os públicos e a utilização prevista dos resultados.
Definimos o universo, a amostra, os instrumentos e os canais de recolha. O questionário é revisto e testado antes do trabalho de campo.
Acompanhamos a execução e verificamos a qualidade das respostas, a consistência e a cobertura dos públicos definidos.
Validamos a base e interpretamos diferenças à luz da amostra e do contexto. Distinguimos evidência, perceções declaradas e hipóteses a aprofundar.
Entregamos conclusões, documentação e recomendações. A monitorização periódica pode ser prevista no projeto, com critérios de comparação definidos.
02 / Técnicas de investigação
Medir uma opinião, compreender uma experiência e observar um comportamento exigem abordagens diferentes. Estas técnicas podem integrar o desenho de um estudo, de acordo com os públicos, a decisão a apoiar e os meios previstos na proposta.
01 / Recolha quantitativa
Questionários preenchidos pelos próprios participantes através da internet. Permitem recolher respostas estruturadas e comparar indicadores entre públicos, quando o desenho e a base de respostas o permitem.
02 / Recolha quantitativa
Um entrevistador aplica um questionário estruturado e regista as respostas num dispositivo digital. O contacto presencial permite esclarecer instruções e ouvir pessoas em locais definidos para o estudo.
03 / Recolha quantitativa
Entrevistas por telefone, conduzidas por um entrevistador com apoio de um questionário digital. O guião mantém as perguntas e os percursos de resposta consistentes ao longo da recolha.
04 / Investigação qualitativa
Conversa moderada com um pequeno grupo de participantes selecionados para explorar experiências, opiniões e reações. A interação permite perceber argumentos, diferenças de perspetiva e linguagem usada pelos públicos.
05 / Investigação qualitativa
Entrevistas individuais com um guião flexível e perguntas abertas. Permitem explorar percursos, motivações e situações complexas, dando espaço ao participante para explicar a sua experiência.
06 / Informação existente
Pesquisa e análise de dados já disponíveis: estatísticas oficiais, relatórios, documentos e registos relevantes. Ajuda a enquadrar o problema, identificar lacunas e orientar a recolha de informação nova.
07 / Avaliação da experiência
Um avaliador segue um cenário de utilização previamente definido e regista a experiência com critérios objetivos. Permite observar como um serviço funciona numa situação concreta de atendimento.
08 / Comportamentos e utilização
Registo sistemático do que acontece num local, com uma grelha e períodos de observação definidos. Pode acompanhar fluxos, utilização de espaços e comportamentos observáveis, sem depender apenas do relato dos participantes.
09 / Combinação de canais
Combinação de canais, como online, telefone e presencial, num mesmo estudo. O núcleo do questionário e os critérios de seleção são alinhados para obter informação comparável e alcançar públicos com diferentes condições de acesso.
Os exemplos ilustram utilizações possíveis, sem representar projetos realizados. A escolha dos métodos, a amostra e os procedimentos de qualidade são definidos para cada projeto.
03 / Transparência
Próximo passo
Em 15 minutos, enquadramos o desafio do município ou da empresa municipal e identificamos uma abordagem adequada.